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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A CRISE DAS ESCOLAS TÉCNICAS - FOLHA DE SÃO PAULO


Na pagina do Jornal - Folha de São Paulo - em Opinião se encontra uma matéria onde diversos representantes estaduais do SINASEFE pronunciam a respeito da GREVE, veja a notícia abaixo ou acesse:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-crise-das-escolas-tecnicas,766838,0.htm

A crise das escolas técnicas

01 de setembro de 2011 - O Estado de S.Paulo

Há duas semanas, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação de mais 208 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) - 88 com término de construção previsto para o segundo semestre do próximo ano e as unidades restantes com a promessa de serem inauguradas até o final de seu mandato, em 2014. Somando os novos estabelecimentos aos 354 já inaugurados, a rede federal de ensino técnico deverá atender cerca de 600 mil alunos, quando todas as unidades estiverem entregues.

A o fazer esse anúncio, Dilma reafirmou a promessa feita na campanha eleitoral de 2010, de expandir o ensino técnico federal, por meio do lançamento de novas escolas e pela ampliação do número de estudantes nos cursos técnicos a distância. As metas são ambiciosas, mas nada garante que o governo conseguirá cumpri-las, principalmente se levados em conta os problemas que os IFs e os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) vêm enfrentando ao longo deste ano.

Como esses estabelecimentos não dispõem de docentes em número suficiente, cerca de 20 mil alunos ficaram sem aula durante mais de dois meses, no primeiro semestre. A falta de professores concursados de matemática, física, química e eletricidade comprometeu o cronograma do ano letivo e vem afetando a qualidade do ensino.

E, desde o término das férias de julho, mais da metade dos IFs e dos Cefets não retomou, total ou parcialmente, as atividades didáticas previstas para o segundo semestre, por causa de uma greve de professores e servidores deflagrada por razões salariais e melhoria das condições de trabalho. Em alguns Estados, como a Paraíba, todos os IFs e Cefets estão parados. Pelo balanço do comando nacional de greve, em São Paulo, Goiás e Alagoas, 90% das atividades estariam suspensas.

Além de reivindicar reajuste salarial, os docentes e servidores reclamam da falta de infraestrutura básica. Segundo eles, vários IFs e Cefets funcionam em edifícios precários, sem água e com frequente quedas de energia. Outras unidades não dispõem de laboratórios e insumos para pesquisas. "Criaram o instituto, mas não construíram estrutura alguma. Fomos colocados em prédios adaptados. Temos campi em funcionamento no mesmo espaço em que já existiu um albergue", diz Nilton Coelho, presidente do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), no Estado de Alagoas. "A expansão da rede de escolas técnicas valoriza o ensino, mas falta assistência", afirma Rosane de Sá, coordenadora do Sinasefe em Goiás. "Precisamos de mais concursos para efetivar mais docentes", diz o professor Laerte Moreira, que dirige a seção paulista da entidade.

Para tentar acabar com greve, o governo anunciou um acordo entre os Ministérios do Planejamento e da Educação com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), comprometendo-se a reajustar os vencimentos da categoria em 4%. Mas os professores dos IFs e Cefets continuam reivindicando 14,67% de aumento, para compensar as perdas salariais dos últimos anos. No caso dos servidores, o problema é ainda mais difícil, pois não houve nem mesmo acordo que possibilitasse ao governo prever o aumento de despesa no orçamento de 2012. Os Ministérios da Educação e do Planejamento afirmam que os diretores da Sinasefe suspenderam a negociação de "forma unilateral" e os acusam de terem optado pela continuidade da greve como forma de "manifestação de conflito".

Seja lá o que isso quer dizer, uma coisa é certa: o mesmo governo que promete expandir a rede federal de ensino técnico, inaugurando 88 estabelecimentos no próximo ano e outros 120 até o final de 2014, não consegue fazer funcionar as escolas já existentes. Os problemas dos IFs e Cefets são fruto de mais uma decisão equivocada do governo Lula, que estimulou a criação desenfreada de centros de educação tecnológica sem qualquer planejamento. E, infelizmente, nesse campo Dilma parece estar seguindo o exemplo de seu antecessor.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Após protestos, Dilma recebe líderes estudantis


Após protestos, Dilma recebe líderes estudantis

Líderes estudantis entregaram à presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (31) uma pauta com 43 reivindicações para o setor de educação. O grupo se encontrou com Dilma e os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Fernando Haddad (Educação) depois de participarem da Marcha dos Estudantes, na capital federal.

Presente na manifestação, a estudante chilena Camila Vallejo, presidente da Fech (Federação dos Estudantes da Universidade do Chile) não foi ao encontro.

A musa dos estudantes chilenos é uma das líderes do movimento no país vizinho por mais investimentos em Educação.

"Ela [a presidente Dilma] fez uma tênue observação de que é importante valorizar essa postura do governo brasileiro [de receber as reinvidicações dos estudantes], que não acontece em governos na nossa região, no nosso continente. Foi o máximo que ela deixou sublinhado em relação à situação da visita da Camila ao Brasil", disse Daniel Iniescu, presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes).

"Não é tradição o Brasil intervir nas questões dos outros países. Ela fez uma opção política de não falar sobre isso, mas a presidenta sabe que a Camila está no Brasil", justificou o presidente da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick.

Entre os pedidos feitos pelos estudantes estão a reserva de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação e a destinação de 50% do fundo social dos royalties do pré-sal para educação.

Segundo os estudantes, a presidente afirmou estar aberta ao debate sobre as reivindicações feitas.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

GREVE NAS IFes

Mariana Mandelli e Ocimara Balmant, Especial para o Estado - O Estado de S.Paulo
Mais da metade dos câmpus dos institutos federais e dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) estão sem aula. A greve de professores e funcionários começou no início do mês, com a volta das aulas, e a adesão tem crescido. Dos 403 câmpus do País(queria que alguem ligasse para todos os campi e colocasse isso a limpo), 220 estão com as atividades paralisadas - total ou parcialmente -, segundo o sindicato dos servidores da categoria, o Sinasefe.
Barulho. Estudantes do Instituto Federal de Educação e Tecnologia de São Paulo (IFSP) fecham faróis da Av. Cruzeiro do Sul - Filipe Araujo/AE
Filipe Araujo/AE
Barulho. Estudantes do Instituto Federal de Educação e Tecnologia de São Paulo (IFSP) fecham faróis da Av. Cruzeiro do Sul
Dentre os motivos da greve estão a reivindicação salarial, a reclamação por falta de infraestrutura básica de funcionamento de várias unidades e a posição contrária dos servidores à expansão da rede federal de ensino.
Na Paraíba, segundo o sindicado, os 9 câmpus estão parados. Em Alagoas, a situação é parecida, assim como em São Paulo e em Goiás - há paralisações, de acordo com o sindicato regional, nos câmpus das cidades de Uruaçu, Anápolis, Formosa, Inhumas, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Rio Verde, Urutaí e Goiânia.
"Temos câmpus funcionando no mesmo espaço em que já existe um albergue", diz Nilton Gomes Coelho, presidente do sindicato do Estado de Alagoas.
Por lá, diz Coelho, todos os câmpus têm focos de paralisação, a maioria com 90% das atividades paradas. Alguns deles funcionam em prédios sem laboratórios e com frequentes quedas de energia e falta de água."Isso acontece porque criaram o instituto, mas não construíram estrutura nenhuma, fomos colocados em prédios adaptados", afirma.
Os 38 institutos federais foram criados em 2008, com a finalidade de oferecer ensino médio agregado à formação técnica, além de cursos superiores. Eles atendem 420 mil alunos e a rede vai aumentar: deve chegar a 600 mil matrículas em 2014 (leia mais nesta página).
Os sindicatos afirmam não ser contra a expansão, mas reivindicam uma infraestrutura melhor e mais servidores. "A expansão é promissora e valorizou o ensino, mas falta assistência", diz Rosane de Sá, coordenadora do sindicato dos servidores de Goiás.
A falta de docentes concursados também afeta a qualidade do ensino, segundo os sindicatos. "Precisamos mais concursos para efetivar mais docentes", diz o professor Laerte Moreira, do sindicato paulista.
A greve afeta a vida dos alunos. Victor Gaspar estuda no Instituto Federal de São Paulo e, desde o início do semestre, só tem as aulas dos professores temporários, que não podem aderir à greve. "Tenho aula de matemática e química, mas não a de física e nem a de eletricidade básica", disse ele, que é aluno do ensino médio integrado à mecânica.
Salários. A questão salarial está em parte ajustada. Na sexta-feira passada, dia 26, foi assinado um acordo entre os Ministério do Planejamento e da Educação com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).A ANDES NÃO REPRESENTAM OS EBTTs E NEM TEC. ADMINISTRATIVOS)
Os professores aceitaram 4% de acréscimo, mas afirmam que a proposta não recupera as perdas salariais dos últimos anos e pedem a retomada das negociações - a reivindicação é de 14,67% de reajuste.
A questão do reajuste dos funcionários é mais complexa porque ainda não há acordo e a data-limite para envio do orçamento a ser votado pelo Congresso é amanhã, dia 31.
"Está em cima da hora, por isso é difícil que aconteça", diz Cláudio Koller, reitor do Instituto Federal Catarinense e diretor administrativo do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Koller esteve ontem com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo ele, Haddad constituiu um grupo de estudo e receberá o comando de greve na próxima semana.
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento, havia negociação entre a pasta e o Sinasefe, mas essa "foi suspensa de forma unilateral" porque o sindicato se retirou do processo de negociação e decidiu pela greve. Ainda segundo a assessoria, o governo entende que a "greve é uma manifestação de conflito" e, desde então, não houve mais negociações.
PARA LEMBRAR
Programa vai expandir a rede
O programa de expansão dos institutos federais prevê a criação de mais 180 mil vagas no País. De acordo com o MEC, serão 88 câmpus até o final de 2012 e mais 120 até 2014, o que totaliza 208 novas unidades. Somando o número às 354 já inauguradas, serão 562 câmpus e 600 mil alunos.
Em abril, o governo federal anunciou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), iniciativa que objetiva a formação de mão de obra qualificada por meio de capacitação técnica e profissional.
O programa é uma promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff e promete ofertar, em quatro anos, 3,5 milhões de bolsas para jovens do ensino médio, beneficiários do Bolsa-Família e reincidentes do seguro-desemprego. O objetivo é que 8 milhões de pessoas tenham acesso à educação profissional de qualidade no País.
Crescimento
- 178 câmpus faziam parte da rede federal de escolas técnicas em 2008
- 354 é o número do fim de 2010, com a expansão da rede - que se deu com a criação dos institutos federais de ensino ( PAI < PERDOA < ELES NÃO SABEM O QUE DIZEM!) ()(

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

GREVE GERAL

Atualização 03/08/2011 - 14:30h - Brasília - DF
Campi que aderiram a greve:

01. Campus São Gabriel da Cachoeira - AM
02. Campus Santa Inês - BA
03. Campus Salvador - BA;
04. Campus Catu - BA;
05. Campus Guanambi - BA;
06. Campus Valença - BA;
07. Campus Itapetinga - BA;
08. Campus Teixeira de Freitas - BA;
09. Campus Camaçari - BA;
10. Campus Barreiras - BA,
11. Campus Jequié - BA;
12. Campus Santo Amaro - BA;
13. Campus Vitória da Conquista BA;
14. Campus Paulo Afonso - BA;
15. Campus Simões Filho - BA
16. Campus Porto Seguro - BA
17. Campus Eunapolis - BA
18. Campus Uruçuca - BA
19. Campus Fortaleza - CE;
20. Campus Maracanaú - CE;
21. Campus Quixadá - CE;
22. Campus Jaguaribe - CE;
23. Campus Limoeiro do Norte - CE;
24. Campus Aracati - CE;
25. Campus Acaraú - CE;
26. Campus Tianguá - CE;
27. Campus Baturite - CE;
28. Campus Crateús - CE;
29. Campus Taúa - CE;
30. Campus Iguatú - CE;
31. Campus Santa Teresa - ES
32. Campus Congonhas - MG;
33. Campus Ouro Preto - MG;
34. Campus Caceres - MT;
35. Campus São Vicente - MT
36. Campus Altamira - PA;
37. Campus João Pessoa - PB;
38. Campus Cabedelo - PB;
39. Campus Campina Grande - PB;
40. Campus Cajazeiras - PB;
41. Campus Princesa Isabel - PB;
42. Campus Boa Vista - RR 
43. Campus Pelotas - RS
44. Campus Rio do Sul - SC
45. Campus São Paulo - SP;
46. Campus Salto - SP;
47. Campus São Roque - SP;
48. Campus Caraguatauba - SP;
49. Campus Araguatins - TO;

Mais???

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

GREVE GERAL JÁ


70 dias de greve dos servidores nas universidades federais: 90% de adesão

20/7/2011 13:52,  Por CMI Brasil
Por Fasubra 20/07/2011 às 16:25
A categoria definiu que a greve continua e se fortalecerá
Fasubra decide que a greve continua
Os delegados tiraram ainda os seguintes encaminhamentos: ida à reunião da SBPC (Sociedade Brasileira de Pesquisa Científica) e ao Congresso da União Nacional dos Estudantes; realização de atos nas reitorias e HUs; participação na marcha em defesa da educação pública, além de organização de mobilizações nos estados.
A categoria definiu que a greve continua e se fortalecerá
No dia 13/07, o CNG da Fasubra referendou, de acordo com a tradição da federação, a resolução da maioria das assembleias nas universidades e decidiu, por 58 votos a favor, 2 contra e 33 abstenções , a continuidade da greve por tempo indeterminado. Este entendimento majoritário no comando, sabe que o grande passo rumo a vitória é a UNIDADE DA CATEGORIA, que ao longo da história da federação soube debater as divergências táticas, mas sempre acatou a decisão da maioria. Assim foi conquistada a carreira, a paridade/integralidade entre ativos e aposentados, os reajustes salariais, os concursos, a estabilidade no emprego e tantos outros direitos.
A Situação Política é Favorável para Seguir na Greve
O CNG entende que o momento político é propício para a greve, pois está evidente para toda a classe trabalhadora que existe muito dinheiro para reajuste salarial. É vergonhoso vermos o BNDES oferecer 4 bilhões para o empresário Abílio Diniz fundir duas empresas, e ver o governo alegar que não tem dinheiro para reajustar o piso dos servidores das universidades em 3 salários mínimos, o que totalizaria no orçamento cerca R$ 6,5 bi, atendendo mais 150 mil trabalhadores. São pagos mais de 250 bilhões anuais em dívidas a banqueiros. Isto sacrifica a educação e a saúde. Por isso, o governo Dilma pretende privatizar os Hospitais Universitários em caráter de urgência.
No congresso ou no executivo há uma farra dos gastos públicos para enriquecer mais os corruptos e empresários. São as obras faraônicas do PAC, da COPA, das Olimpíadas que provam aonde vão os recursos públicos. Por isso existem dezenas de categorias pelos estados em greve, em especial na educação, com ou sem o apoio de seus dirigentes sindicais. São greves fortes, radicalizadas, que estão arrancando suas reivindicações, mesmo que parciais.
Nossa categoria começa a ser contagiada pelas fortes greves pelo país e pelo mundo afora. A greve nas universidades está na vanguarda e está influenciando outros setores do funcionalismo federal que estão atrasados, mas que, no entanto, já indicam deflagrações de suas greves para agosto. Na busca da vitória, devemos procurar todas as categorias em luta para unificá-las, constituindo coordenações comuns das mesmas ? pois temos problemas semelhantes e nossa força aumenta quando nos unimos. Devemos procurar nos estados e no DF, urgentemente, reunião com setores da educação federal (Sinasefe e Andes) para construirmos lutas, atos de rua pelos estados e caravanas nacionais já na primeira quinzena de agosto. Devem ser discutidas com os DCE´s as lutas comuns nas universidades, pois a juventude historicamente foi aliada nas nossas lutas.
Devemos ampliar esforços pra fortalecer nossa greve. Cada ato marcado pelo CNG ? seja nas ocupações das reitorias, na mobilização dos trabalhadores dos HU´s, nas passeatas e manifestações nas ruas, seja bloqueando ou retardando a efetivação das matrículas ? se bem cumpridos pelas entidades de base, terá um efeito nacional que ajudará na abertura real de negociações.
É preciso alertar a todos que mesmo com unidade e com entrada de outros setores do funcionalismo federal em greve, não está garantido que alcançaremos nossas reivindicações. Há uma queda de braço com o governo Dilma e com o Congresso Nacional, comprometidos com a destruição do Serviço Público, por meio de privatizações e arrochos salariais. Só há uma saída: a derrota da política deste governo.
Há no CNG uma certeza de que, se não lutarmos, os piores projetos contra o funcionalismo se tornarão realidade. Teremos nossos salários congelados por 10 anos (PLP 549); teremos regras de demissão de servidores (PL 248); teremos privatizados nossos hospitais (PL 1749); e a nova geração que ingressou a partir de 2003 terá que pagar muito mais para a previdência privada (PL 1992).
Sendo assim, este comando orienta seguir a greve e intensificar as lutas pelos estados e em Brasilia.
Rumo à VITÓRIA!
CALENDÁRIO DE GREVE:
IMEDIATO IMPEDIMENTO DAS MATRICULAS.
DIA 21, ATO NAS REITORIAS, DIA 28 NOS HU´S
MARCHA DA EDUCAÇÃO NA 1ª QUINZENA, COM SINASEFE, ANDES E DCE´S

" Não podemos deixar o MEC acabar com a educação publica e de qualidade"

Sei que a educação não é valorizada e muito menos prioridade em muitas países como o Brasil, mas reclamar sem   lutar não resolve...
Façamos nossa parte, lutemos para que haja uma educação justa, de qualidade e de RESPEITO... Vamos lá companheiros  lutar pelo nossos direitos!!!

" Não podemos deixar  o MEC acabar com a educação publica e de qualidade"

GREVE JÁ

Contra a precarização da função Docente com o estabelecimento dos contratos temporários em substituição aos Professores/as Substitutos e para ocupação de vagas ociosas de Docentes do Quadro Permanente das Instituições Federais de Ensino;  
 30 Horas Semanais para os Técnicos Administrativos de toda Rede Federal de Ensino - Publicação de Orientação para todos os Reitores com vistas à implantação das 30 horas semanais previstas no Decreto Presidencial 1.590/95 e na Portaria 1497/MEC de Vossa Excelência em relação à implantação dessa carga horária para os Servidores deste Ministério;
 Estabelecimento já de um GT com a participação do Governo, SINASEFE, FASUBRA e Reitorias para a discussão sobre as terceirizações nas IFES – Estas terceirizações vêm ocorrendo sem critérios e sem observância do que foi construído e negociado na época de implantação do PCCTAE;
Equiparação do Auxílio Alimentação dos Servidores da Rede Federal de Ensino com os dos Servidores do Congresso Nacional, Judiciário e Tribunal de Contas, pelo maior valor;

GREVE JÁ

Democratização das Instituições Federais da Educação Básica, Profissional e
Tecnológica

• Eleições diretas (Reitor e Diretor Geral) permitindo que todo/a Servidor/a lotado/a na Rede há mais de cinco anos, independentemente do seu cargo, possa se candidatar;
• Que a representação das Entidades Sindicais nos Conselhos Superiores seja do SINASEFE, assim como já havíamos dialogado com representantes desse Ministério;
• Discussão conjunta entre MEC e SINASEFE para discutir uma estrutura mínima de Estatuto dos Institutos Federais;

GREVE GERAL JÁ

Técnicos Administrativos em Educação – Reestruturação do PCCTAE (Lei
11.091/2005):
- Piso do DIEESE para toda malha salarial (a partir do Nível de Classificação AI – 1);
- Step constante e linear de 5% entre os padrões de vencimento;
- Retomada da malha salarial com a mesma estrutura  de 2005/2006, mantendo a
equalização da tabela entre o piso e o teto da mesma, bem como entre os todos os
padrões de vencimento, sem o estabelecimento de pisos diferenciados entre os Níveis
de Classificação;
- Acesso de todos os Níveis de Classificação aos percentuais de Incentivo de
Qualificação, independentemente da correlação do curso com a área de trabalho, a
partir da obtenção de graduação e títulos de pós-graduação, de acordo com este
quadro abaixo:
Proposta de alteração do anexo IV – Incentivo a Qualificação
Educação Formal Correlação direta
Fundamental Completo 15%
Ensino Médio  25%
Ensino Profissionalizante ou Pós-Médio 30%
Graduação ou Curso Sequencial 40%
Especialização  45%
Mestrado  52%
Doutorado  75%

GREVE GERAL JÁ

Docentes – Reestruturação do Plano de Cargos e Salários estabelecido pela Lei -
11.784/2008;
- 13 padrões de vencimento;
- 05 Níveis de Classificação (Graduação, Aperfeiçoamento, Especialização,
Mestrado e Doutorado);
- Step constante e linear de 5% entre os padrões de vencimento;
- Carreira com apenas um Cargo Docente;
- Interstício de 18 meses entre uma progressão e outra;
- Remuneração no contracheque com apenas uma linha  (Vencimento Básico +
titulação), além das vantagens pessoais, benefícios e conquistas judiciais;
- Piso do Professor de 40 horas equiparado ao piso do Técnico Administrativo do
Nível Superior (Classe E) do PCCTAE;
- Estabelecimento de um Projeto de Capacitação/Qualificação para a rede, com o
seu financiamento sendo mantido com recursos do Governo Federal e não
somente das Instituições Federais de Ensino;
- Garantia de liberação e financiamento de cursos de capacitação/qualificação,
independentemente da distância do local onde será realizado o curso;
- Enquadramento de todos os Docentes lotados nas Instituições Militares de
Ensino, bem como dos Docentes dos Ex-Territórios, no Plano de Cargos e Salários
estabelecidos pela Lei 11.784/2008;

GREVE GERAL

Aqui em Rondonópolis os alunos estão apoiando o movimento, porém a base parece-me estar dividida. A deliberação será no dia 09 de Agosto. Espero que dê tudo certo!

GREVE GERAL

 
 
Enviamos hoje, 1/8, e-mail aos dirigentes de campi do IFSP:
Prezadas(os) Diretores(as) de Campi,

Conforme informes da semana passada, hoje inicia-se o movimento para uma greve nacional e que será construída ao longo da semana.

Por favor, nos enviem quais os setores essenciais que precisam estar em funcionamento (30%).

E também, quais campi e setores que serão visitados pelos avaliadores do INEP para reconhecimento de curso, para que estes estejam em funcionamento e a disposição dos avaliadores. Se possível um cronograma/agenda da visita.

Contamos com vosso apoio a este movimento, a educação brasileira pede socorro, pensem grande.

Por favor, repassem aos demais que não constam desta lista.

Obrigado pela atenção e ótima semana.

Comando local de greve do IFSP

terça-feira, 5 de julho de 2011

Os sete motivos para você se tornar um professor

Os sete motivos para você se tornar um professor  Anônimo
7 (sete) é um número de destaque, pois ele simboliza a perfeição: em sete dias Deus fez o mundo, sete são as cores do arco-íris, mas também sete é conta de mentiroso. O 7 aqui será utilizado em relação à educação e, mais especificamente, ao professor.
Lembre-se: ser professor é socializar o saber e construir, juntamente com o discente, um conhecimento que valorize o meio em que atua.
Por isso, destacar-se-ão 7 motivos para incentivar você,  leitor, a ingressar nessa brilhante carreira.
Leia-os com atenção e anote todos os detalhes:
1.      Estude muito  e leia bastante, principalmente a vida de São Francisco de Assis; lembre-se de que você também terá que fazer um voto eterno de pobreza.
2. Prepare-se para manejar certos instrumentos, com o giz e o apagador.    Para tal, orientamos o personal stylest de Michael Jackson;  você precisará de luva e máscara durante as aulas.
3. Manter-se em forma não será problema para você; com o corre-corre de
uma escola para outra, você estará evitando o sedentarismo; com o salário que receberá, não precisará fazer regime; e caso precise complementar a cesta básica do mês, você ainda terá o privilégio de usar o TÍCKET DE 4 REAIS.
4. O educador é o único que pode acumular cargos: além de ministrar aulas em   3 ou 4 colégios diferentes, ainda sobra tempo para ser sacoleiro, levando para as escolas os  últimos lançamentos do Paraguai ou sendo importante representante de empresas como a AVON, a HERMES e a SHOPPING MAIS.
5. A formação continuada do professor é algo bastante importante e valorizada pelo governo. Com sorte, você será selecionado para ficar em um grande e luxuoso hotel, desfrutar de ótimas instalações e saborear um cardápio variado; tudo isso com uma localização privilegiada e com vista para o  li...xo.
6. O local de trabalho deve ser evidenciado: o educador, quase sempre, trabalha em escolas-modelo, cujo slogan é a fartura: 'farta' limpeza, 'farta' funcionário, 'farta' material didático, enfim, 'farta' tudo.
7. Por fim, você desfrutará de um plano de saúde de ótima qualidade, cuja eficiência é demonstrada nos consultórios psiquiátricos repletos de professores que, ao completarem a idade e o tempo de serviço, já se encontram fatigados pelo trabalho, sugados pelo sistema e em pleno desmoronamento físico além do mental.
Assim, depois de ler essas sete dicas, não perca a oportunidade e não desista: vá a um posto do estado e inscreva-se  para trabalhar no ESTADO. O estado quer lhe receber de braços abertos. O nosso lema é:  'PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR'. Aos que já se encontram desfrutando desse 'néctar' que é ser funcionário  , nossos parabéns, você é persistente e capaz.
Possivelmente, não terá recompensa aqui na terra, mas é certo que já tenha adquirido lugar privilegiado no céu.