quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Após protestos, Dilma recebe líderes estudantis


Após protestos, Dilma recebe líderes estudantis

Líderes estudantis entregaram à presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (31) uma pauta com 43 reivindicações para o setor de educação. O grupo se encontrou com Dilma e os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Fernando Haddad (Educação) depois de participarem da Marcha dos Estudantes, na capital federal.

Presente na manifestação, a estudante chilena Camila Vallejo, presidente da Fech (Federação dos Estudantes da Universidade do Chile) não foi ao encontro.

A musa dos estudantes chilenos é uma das líderes do movimento no país vizinho por mais investimentos em Educação.

"Ela [a presidente Dilma] fez uma tênue observação de que é importante valorizar essa postura do governo brasileiro [de receber as reinvidicações dos estudantes], que não acontece em governos na nossa região, no nosso continente. Foi o máximo que ela deixou sublinhado em relação à situação da visita da Camila ao Brasil", disse Daniel Iniescu, presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes).

"Não é tradição o Brasil intervir nas questões dos outros países. Ela fez uma opção política de não falar sobre isso, mas a presidenta sabe que a Camila está no Brasil", justificou o presidente da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick.

Entre os pedidos feitos pelos estudantes estão a reserva de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação e a destinação de 50% do fundo social dos royalties do pré-sal para educação.

Segundo os estudantes, a presidente afirmou estar aberta ao debate sobre as reivindicações feitas.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

GREVE NAS IFes

Mariana Mandelli e Ocimara Balmant, Especial para o Estado - O Estado de S.Paulo
Mais da metade dos câmpus dos institutos federais e dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) estão sem aula. A greve de professores e funcionários começou no início do mês, com a volta das aulas, e a adesão tem crescido. Dos 403 câmpus do País(queria que alguem ligasse para todos os campi e colocasse isso a limpo), 220 estão com as atividades paralisadas - total ou parcialmente -, segundo o sindicato dos servidores da categoria, o Sinasefe.
Barulho. Estudantes do Instituto Federal de Educação e Tecnologia de São Paulo (IFSP) fecham faróis da Av. Cruzeiro do Sul - Filipe Araujo/AE
Filipe Araujo/AE
Barulho. Estudantes do Instituto Federal de Educação e Tecnologia de São Paulo (IFSP) fecham faróis da Av. Cruzeiro do Sul
Dentre os motivos da greve estão a reivindicação salarial, a reclamação por falta de infraestrutura básica de funcionamento de várias unidades e a posição contrária dos servidores à expansão da rede federal de ensino.
Na Paraíba, segundo o sindicado, os 9 câmpus estão parados. Em Alagoas, a situação é parecida, assim como em São Paulo e em Goiás - há paralisações, de acordo com o sindicato regional, nos câmpus das cidades de Uruaçu, Anápolis, Formosa, Inhumas, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Rio Verde, Urutaí e Goiânia.
"Temos câmpus funcionando no mesmo espaço em que já existe um albergue", diz Nilton Gomes Coelho, presidente do sindicato do Estado de Alagoas.
Por lá, diz Coelho, todos os câmpus têm focos de paralisação, a maioria com 90% das atividades paradas. Alguns deles funcionam em prédios sem laboratórios e com frequentes quedas de energia e falta de água."Isso acontece porque criaram o instituto, mas não construíram estrutura nenhuma, fomos colocados em prédios adaptados", afirma.
Os 38 institutos federais foram criados em 2008, com a finalidade de oferecer ensino médio agregado à formação técnica, além de cursos superiores. Eles atendem 420 mil alunos e a rede vai aumentar: deve chegar a 600 mil matrículas em 2014 (leia mais nesta página).
Os sindicatos afirmam não ser contra a expansão, mas reivindicam uma infraestrutura melhor e mais servidores. "A expansão é promissora e valorizou o ensino, mas falta assistência", diz Rosane de Sá, coordenadora do sindicato dos servidores de Goiás.
A falta de docentes concursados também afeta a qualidade do ensino, segundo os sindicatos. "Precisamos mais concursos para efetivar mais docentes", diz o professor Laerte Moreira, do sindicato paulista.
A greve afeta a vida dos alunos. Victor Gaspar estuda no Instituto Federal de São Paulo e, desde o início do semestre, só tem as aulas dos professores temporários, que não podem aderir à greve. "Tenho aula de matemática e química, mas não a de física e nem a de eletricidade básica", disse ele, que é aluno do ensino médio integrado à mecânica.
Salários. A questão salarial está em parte ajustada. Na sexta-feira passada, dia 26, foi assinado um acordo entre os Ministério do Planejamento e da Educação com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).A ANDES NÃO REPRESENTAM OS EBTTs E NEM TEC. ADMINISTRATIVOS)
Os professores aceitaram 4% de acréscimo, mas afirmam que a proposta não recupera as perdas salariais dos últimos anos e pedem a retomada das negociações - a reivindicação é de 14,67% de reajuste.
A questão do reajuste dos funcionários é mais complexa porque ainda não há acordo e a data-limite para envio do orçamento a ser votado pelo Congresso é amanhã, dia 31.
"Está em cima da hora, por isso é difícil que aconteça", diz Cláudio Koller, reitor do Instituto Federal Catarinense e diretor administrativo do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Koller esteve ontem com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo ele, Haddad constituiu um grupo de estudo e receberá o comando de greve na próxima semana.
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento, havia negociação entre a pasta e o Sinasefe, mas essa "foi suspensa de forma unilateral" porque o sindicato se retirou do processo de negociação e decidiu pela greve. Ainda segundo a assessoria, o governo entende que a "greve é uma manifestação de conflito" e, desde então, não houve mais negociações.
PARA LEMBRAR
Programa vai expandir a rede
O programa de expansão dos institutos federais prevê a criação de mais 180 mil vagas no País. De acordo com o MEC, serão 88 câmpus até o final de 2012 e mais 120 até 2014, o que totaliza 208 novas unidades. Somando o número às 354 já inauguradas, serão 562 câmpus e 600 mil alunos.
Em abril, o governo federal anunciou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), iniciativa que objetiva a formação de mão de obra qualificada por meio de capacitação técnica e profissional.
O programa é uma promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff e promete ofertar, em quatro anos, 3,5 milhões de bolsas para jovens do ensino médio, beneficiários do Bolsa-Família e reincidentes do seguro-desemprego. O objetivo é que 8 milhões de pessoas tenham acesso à educação profissional de qualidade no País.
Crescimento
- 178 câmpus faziam parte da rede federal de escolas técnicas em 2008
- 354 é o número do fim de 2010, com a expansão da rede - que se deu com a criação dos institutos federais de ensino ( PAI < PERDOA < ELES NÃO SABEM O QUE DIZEM!) ()(

BOLETIM DE GREVE NÚMERO 14

ACESSE O BOLETINHO DE GREVE Nº 14 ATRAVÉS DE UM DOS LINKS ABAIXO:

http://www.sinasefe.org.br/boletim14_29_08_2011.pdf

http://www.sinasefe.org.br/main.htm



NA MEDIDA DO POSSÍVEL ATRAVÉS DOS BOLETINHOS DE GREVE DA DIREÇÃO NACIONAL ESTAMOS SENDO INFORMADOS DAS NOVIDADES NAS NEGOCIAÇÕES (MEC/MPOG/SINASEFE/CENTRAIS SINDICAIS), E ESCLARECIMENTOS SOBRE A GREVE.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL



A DIRETORIA DO SINASEFE SEÇÃO SINDICAL DE RIO POMBA CONVOCA TODOS OS SERVIDORES DO CAMPUS RIO POMBA DO IF SUDESTE MG PARA UMA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.

PAUTA: GREVE
DIA: 01 DE SETEMBRO DE 2011 (QUINTA-FEIRA)
HORÁRIO: ÀS 14 HORAS
LOCAL: SALÃO NOBRE




RIO POMBA 29 DE AGOSTO DE 2011

BOLETIM DE GREVE NÚMERO 13



NOS LINKS ABAIXO SE ENCONTRA O BOLETINHO DE GREVE Nº 13, ESTE ASSIM COMO NOS OUTROS TRAZ INFORMAÇÕES IMPORTANTES RELATIVO A FORÇA DESTA GREVE, MANTIDA ATÉ ENTÃO, E A IMPORTÂNCIA DESTA PERMANECER ATÉ QUE O GOVERNO SINALIZE MELHORIAS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA.

http://www.sinasefe.org.br/boletimgreve13_28_08_2011.pdf

http://www.sinasefe.org.br/main.htm

PARA SAIRMOS AINDA MAIS VITORIOSOS DESTA GREVE HISTÓRICA PARA O SINASEFE, PRECISAMOS DE UM POUCO MAIS DE PERSISTÊNCIA, E JUNTOS MOSTRAREMOS MAIS UMA VEZ A FORÇA QUE TEMOS FRENTE AO INTERESSE COMUM.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

BOLETIM DE GREVE NÚMERO 12















MAIS DE 20 MIL MARCHAM SOBRE BRASÍLIA

Acesse um dos links abaixo e veja as notícias da marcha unificada realizada em Brasília no dia 24/08 (última quarta-feira), onde enviamos alguns representantes da Seção Sindical de Rio Pomba.

http://www.sinasefe.org.br/main.htm

http://www.sinasefe.org.br/Boletimgreve12_24_08_2011.pdf


Abaixo-assinado APOIO À GREVE DOS SERVIDORES DA REDE FEDERAL DE ENSINO


Segue abaixo o link onde se encontra um Abaixo-assinado com o título: APOIO À GREVE DOS SERVIDORES DA REDE FEDERAL DE ENSINO, quanto maior o número de assinaturas maior será a demonstração do quanto estamos preocupados com UMA EDUÇÃO PÚBLICA E DE QUALIDADE PARA TODOS NÓS BRASILEIROS.

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N13001


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