quarta-feira, 3 de agosto de 2011

GREVE GERAL

Campi que aderiram a greve:

01. Campus São Gabriel da Cachoeira - AM
02. Campus Santa Inês - BA
03. Campus Salvador - BA;
04. Campus Catu - BA;
05. Campus Guanambi - BA;
06. Campus Valença - BA;
07. Campus Itapetinga - BA;
08. Campus Teixeira de Freitas - BA;
09. Campus Camaçari - BA;
10. Campus Barreiras - BA,
11. Campus Jequié - BA;
12. Campus Santo Amaro - BA;
13. Campus Vitória da Conquista BA;
14. Campus Paulo Afonso - BA;
15. Campus Fortaleza - CE;
16. Campus Maracanaú - CE;
17. Campus Quixadá - CE;
18. Campus Jaguaribe - CE;
19. Campus Limoeiro do Norte - CE;
20. Campus Aracati - CE;
21. Campus Acaraú - CE;
22. Campus Tianguá - CE;
23. Campus Baturite - CE;
24. Campus Crateús - CE;
25. Campus Taúa - CE;
26. Campus Congonhas - MG;
27. Campus Ouro Preto - MG;
28. Campus Caceres - MT;
29. Campus São Vicente - MT
30. Campus Altamira - PA;
31. Campus João Pessoa - PB;
32. Campus Cabedelo - PB;
33. Campus Campina Grande - PB;
34. Campus Cajazeiras - PB;
35. Campus São Paulo - SP;
36. Campus Rio do Sul - SC

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

GREVE GERAL JÁ


70 dias de greve dos servidores nas universidades federais: 90% de adesão

20/7/2011 13:52,  Por CMI Brasil
Por Fasubra 20/07/2011 às 16:25
A categoria definiu que a greve continua e se fortalecerá
Fasubra decide que a greve continua
Os delegados tiraram ainda os seguintes encaminhamentos: ida à reunião da SBPC (Sociedade Brasileira de Pesquisa Científica) e ao Congresso da União Nacional dos Estudantes; realização de atos nas reitorias e HUs; participação na marcha em defesa da educação pública, além de organização de mobilizações nos estados.
A categoria definiu que a greve continua e se fortalecerá
No dia 13/07, o CNG da Fasubra referendou, de acordo com a tradição da federação, a resolução da maioria das assembleias nas universidades e decidiu, por 58 votos a favor, 2 contra e 33 abstenções , a continuidade da greve por tempo indeterminado. Este entendimento majoritário no comando, sabe que o grande passo rumo a vitória é a UNIDADE DA CATEGORIA, que ao longo da história da federação soube debater as divergências táticas, mas sempre acatou a decisão da maioria. Assim foi conquistada a carreira, a paridade/integralidade entre ativos e aposentados, os reajustes salariais, os concursos, a estabilidade no emprego e tantos outros direitos.
A Situação Política é Favorável para Seguir na Greve
O CNG entende que o momento político é propício para a greve, pois está evidente para toda a classe trabalhadora que existe muito dinheiro para reajuste salarial. É vergonhoso vermos o BNDES oferecer 4 bilhões para o empresário Abílio Diniz fundir duas empresas, e ver o governo alegar que não tem dinheiro para reajustar o piso dos servidores das universidades em 3 salários mínimos, o que totalizaria no orçamento cerca R$ 6,5 bi, atendendo mais 150 mil trabalhadores. São pagos mais de 250 bilhões anuais em dívidas a banqueiros. Isto sacrifica a educação e a saúde. Por isso, o governo Dilma pretende privatizar os Hospitais Universitários em caráter de urgência.
No congresso ou no executivo há uma farra dos gastos públicos para enriquecer mais os corruptos e empresários. São as obras faraônicas do PAC, da COPA, das Olimpíadas que provam aonde vão os recursos públicos. Por isso existem dezenas de categorias pelos estados em greve, em especial na educação, com ou sem o apoio de seus dirigentes sindicais. São greves fortes, radicalizadas, que estão arrancando suas reivindicações, mesmo que parciais.
Nossa categoria começa a ser contagiada pelas fortes greves pelo país e pelo mundo afora. A greve nas universidades está na vanguarda e está influenciando outros setores do funcionalismo federal que estão atrasados, mas que, no entanto, já indicam deflagrações de suas greves para agosto. Na busca da vitória, devemos procurar todas as categorias em luta para unificá-las, constituindo coordenações comuns das mesmas ? pois temos problemas semelhantes e nossa força aumenta quando nos unimos. Devemos procurar nos estados e no DF, urgentemente, reunião com setores da educação federal (Sinasefe e Andes) para construirmos lutas, atos de rua pelos estados e caravanas nacionais já na primeira quinzena de agosto. Devem ser discutidas com os DCE´s as lutas comuns nas universidades, pois a juventude historicamente foi aliada nas nossas lutas.
Devemos ampliar esforços pra fortalecer nossa greve. Cada ato marcado pelo CNG ? seja nas ocupações das reitorias, na mobilização dos trabalhadores dos HU´s, nas passeatas e manifestações nas ruas, seja bloqueando ou retardando a efetivação das matrículas ? se bem cumpridos pelas entidades de base, terá um efeito nacional que ajudará na abertura real de negociações.
É preciso alertar a todos que mesmo com unidade e com entrada de outros setores do funcionalismo federal em greve, não está garantido que alcançaremos nossas reivindicações. Há uma queda de braço com o governo Dilma e com o Congresso Nacional, comprometidos com a destruição do Serviço Público, por meio de privatizações e arrochos salariais. Só há uma saída: a derrota da política deste governo.
Há no CNG uma certeza de que, se não lutarmos, os piores projetos contra o funcionalismo se tornarão realidade. Teremos nossos salários congelados por 10 anos (PLP 549); teremos regras de demissão de servidores (PL 248); teremos privatizados nossos hospitais (PL 1749); e a nova geração que ingressou a partir de 2003 terá que pagar muito mais para a previdência privada (PL 1992).
Sendo assim, este comando orienta seguir a greve e intensificar as lutas pelos estados e em Brasilia.
Rumo à VITÓRIA!
CALENDÁRIO DE GREVE:
IMEDIATO IMPEDIMENTO DAS MATRICULAS.
DIA 21, ATO NAS REITORIAS, DIA 28 NOS HU´S
MARCHA DA EDUCAÇÃO NA 1ª QUINZENA, COM SINASEFE, ANDES E DCE´S

GREVE JÁ

Um grupo de funcionários da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza um protesto, na manhã desta segunda-feira (1), em frente à entrada do campus A.C. Simões. Os portões foram fechados, impedindo a entrada de veículos e de coletivos levando estudantes. Hoje, seria o primeiro dia de aula depois das férias de julho.
Devido ao fechamento dos portões, há um grande congestionamento na rodovia BR-104, em frente ao campus e ao Hospital Universitário. As filas de carros chegam as avenidas Durval de Góis Monteiro e à Via Expressa.
Segundo alunos, apenas alguns professores conseguiram chegar ao campus, depois de deixarem seus veículos no Hospital Universitário. No entanto, como os funcionários estão em greve e os portões da universidade estão fechados, não deve haver aula nesta segunda-feira (01), pelo menos no período da manhã.
O protesto também prejudicou algumas linhas de ônibus urbanos, cujos terminais funcionam dentro da Ufal, como a Cidade Universitária/Ponta Verde e a Ufal/Ipioca. "Os ônibus não conseguem entrar ou sair na Ufal", disse uma aluna da universidade aoTudo na Hora.
Segundo os grevistas, a categoria pede reformulação do Plano de Carreira e aumento salarial. Eles criticam ainda a tentativa do governo federal em congelar incentivos à qualificação e defendem a ampliação do percentual de qualificação para todas as categorias, bem como o reajuste de benefícios como transporte, alimentação e creche. Outra reivindicação é pelo reposicionamento dos aposentados e racionalização dos cargos da carreia.
O coordenador-geral, do Sintufal, Samuel Correia, explicou que, às 11 horas, os servidores devem fazer uma assembleia na entrada do campus para decidir se continuam o movimento no período da tarde.

" Não podemos deixar o MEC acabar com a educação publica e de qualidade"

Sei que a educação não é valorizada e muito menos prioridade em muitas países como o Brasil, mas reclamar sem   lutar não resolve...
Façamos nossa parte, lutemos para que haja uma educação justa, de qualidade e de RESPEITO... Vamos lá companheiros  lutar pelo nossos direitos!!!

" Não podemos deixar  o MEC acabar com a educação publica e de qualidade"

GREVE JÁ

Contra a precarização da função Docente com o estabelecimento dos contratos temporários em substituição aos Professores/as Substitutos e para ocupação de vagas ociosas de Docentes do Quadro Permanente das Instituições Federais de Ensino;  
 30 Horas Semanais para os Técnicos Administrativos de toda Rede Federal de Ensino - Publicação de Orientação para todos os Reitores com vistas à implantação das 30 horas semanais previstas no Decreto Presidencial 1.590/95 e na Portaria 1497/MEC de Vossa Excelência em relação à implantação dessa carga horária para os Servidores deste Ministério;
 Estabelecimento já de um GT com a participação do Governo, SINASEFE, FASUBRA e Reitorias para a discussão sobre as terceirizações nas IFES – Estas terceirizações vêm ocorrendo sem critérios e sem observância do que foi construído e negociado na época de implantação do PCCTAE;
Equiparação do Auxílio Alimentação dos Servidores da Rede Federal de Ensino com os dos Servidores do Congresso Nacional, Judiciário e Tribunal de Contas, pelo maior valor;

GREVE JÁ

Cumprimento já da legislação sobre questões funcionais dos Servidores da Rede Federal de Ensino com a revogação das Instruções e Orientações Normativas em contrário:
• Progressão Docente por titulação, desde 2008, a partir do que está estabelecido no artigo 120 da Lei 11.784/2008, e em complemento a esta nos artigos 13 e 14 da Lei 11.344/2006, até nova regulamentação;
• Admissão Automática dos Títulos Obtidos no Mercosul, a partir do que está estabelecido no texto do referido Acordo Internacional, bem como do Decreto Legislativo 800/2003 e Decreto Presidencial 5.518/2005;
• Manutenção do Auxílio Transporte para todos, sem as discriminações previstas na Instrução Normativa Nº 04/2011 do Ministério do Planejamento, que inclusive ignora e desrespeita a legislação vigente quanto ao caráter do benefício e a forma de concessão;
• Progressão por capacitação para os Técnicos Administrativos em Educação, conforme estabelece o artigo 10 do PCCTAE, com a progressão sendo para um nível subseqüente e não somente o nível imediatamente subseqüente como vem exigindo o Governo Federal;

GREVE JÁ

Democratização das Instituições Federais da Educação Básica, Profissional e
Tecnológica

• Eleições diretas (Reitor e Diretor Geral) permitindo que todo/a Servidor/a lotado/a na Rede há mais de cinco anos, independentemente do seu cargo, possa se candidatar;
• Que a representação das Entidades Sindicais nos Conselhos Superiores seja do SINASEFE, assim como já havíamos dialogado com representantes desse Ministério;
• Discussão conjunta entre MEC e SINASEFE para discutir uma estrutura mínima de Estatuto dos Institutos Federais;